quinta-feira, 18 de outubro de 2012

madness

O homem sorriu ao acertar o cano na face da mulher. Ela caiu de costas no chão, e começou a tentar se arrastar para longe do maluco que a atacava.
- Hahaha, é tão engraçado ver você se arrastando para longe de mim. O que pretende fazer, se arrastar até eu te perder de vista?- Perguntou o homem sorrindo
- Por favor, me deixe ir, não fiz nada para você.- Gritou a mulher desesperada.
- Deixar você ir? Não fez nada para mim? Você acha que isso aqui é uma vingança? Que alguém me pagou para isso? haha está cada vez mais divertido, isso aqui é só um passatempo para mim.
- Você, você é um monstro.- Falou a mulher tentando se afastar do homem. O homem sorriu do forma macabra e soltou uma gargalhada.
- Eu? Eu sou um monstro? E qual é a definição de monstro para você? Causar dor e sofrimento por prazer? Bom, então estamos todos entre monstros aqui.
- Eu, eu nunca fiz isso com ninguém. Eu
-MENTIRA! - Gritou o homem pisando nas pernas da mulher que gritou de dor.- Sabe, estamos em uma cidade podre, composta por loucos e corruptos. Os dois estão aqui hoje, sabe, eu descobri sobre como você conseguiu seu dinheiro, aquele hospital, muitas vidas podem se perder por causa disso, acho que você é pior do que eu.- Disse o homem rindo.- Vocês, corruptos, acham que estão no poder, mas hoje vou mostrar que na verdade essa cidade é controlada por loucos- Falou o homem.
- Por favor, me deixe viver.- Suplicou a mulher chorando. O homem riu mais uma vez e se ajoelhou ao lado da mulher, pegou o rosto e fez ela olhar para ele, percebeu que ela estava olhando para os lados para não encara-lo. Ele cuspiu na cara dela e falou
- Olhe para mim, olhe nos meus olhos, você realmente acha que vai sair viva daqui hoje? Você deveria ser mais esperta, seus esquema de desvio de verba não foi ruim.- A mulher o encarou nos olhos por alguns  segundos e começou a chorar desesperadamente. O homem riu e a acertou com o cano mais duas vezes, uma no rosto e a outra nas costas. A mulher cuspiu sangue e alguns dentes e continuou a chorar.
- Você é patética, faremos o seguinte, está vendo aquele armário ali? Se você adivinhar o que está ali eu deixo você ir embora.- A mulher olhou desesperada para o armário.
- Ro..roupas?- Perguntou com a voz fraca. O homem riu e andou até o armário gargalhando.
- Quase, melhor que isso.- respondeu colocando a mão na porta do armário. Quando a porta de abriu um corpo mutilado caiu de lá. A mulher gritou de susto, e depois de alguns segundos de desespero e caiu no mais profundo choro.
- Ah, você conhecia ele? Que mundo pequeno.- Disse o homem gargalhando, a mulher repetia varias vezes em posição fetal a mesma frase.
-Meu filho.- Depois de alguns segundos assim o homem pareceu se irritar.
- Ok, isso está começando a ficar chato, acho que eu vou te matar agora.- Disse o homem com uma voz entediada tirando uma faca do paletó.
- Re...realmente...essa cidade está podre. está lotada de loucos e aberrações como você. Mas não é só isso...existe...existe um raio de luz, uma pessoa que nos protege de pessoas como você, ele vai te pegar e vai fazer você apodrecer na cadeia.- O homem parou sério, pela primeira vez alguma raiva verdadeira se passou em seu rosto. logo depois ele gargalhou novamente.
- E onde está esse seu herói agora? E o que ele vai dizer quando me pegar, afinal, já fugi da cadeia tantas vezes que perdi a conta.- O homem foi recomeçar a andar mas sentiu uma mão em seu ombro, deu um sorriso entre o prazer e a raiva e disse.
- Nunca perde uma oportunidade não é mesmo?
- Fim da linha, coringa.